segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Conheça seus clientes, aprenda a ouvi-los e satisfaça-os


 * Letícia Helena Ilha




Saber o que os clientes querem receber, suas necessidades e dificuldades são fatores determinantes para as boas relações e para produtividade da empresa. As empresas estão no meio de um processo de mudanças básicas: de um mundo que fabrica, comercializa e vende produtos, para um mundo em que os clientes exigem o tipo de produto e serviço pelo qual estão dispostos a pagar. Se os clientes não conseguem o que querem da maneira que desejam, vão procurar no concorrente. Cliente satisfeito significa que foram atendidas suas exigências, algo que parece simples na teoria, mas que é muito difícil na prática, pois em geral os clientes não são muito claros sobre suas exigências. É necessário compreender de maneira mais profunda e completa as atitudes, crenças e valores dos clientes, pois os clientes estão cada vez mais conscientes, mais exigentes e mais agressivos nas suas necessidades. O Cliente pode demonstrar uma expectativa que talvez nunca lhe tenha ocorrido, a empresa não pode pensar que há poucas ou nenhuma reclamação, pois isso não quer dizer que o cliente esteja satisfeito. 

O que é Satisfação do Cliente?

 A meta das empresas deveria ser aprender mais sobre as necessidades de cada um de seus clientes para poderem preencher as lacunas, ou seja, a diferença entre o que os clientes individuais aceitam e o que cada um deseja exatamente. Na visão de Hoffman (2003, p. 330) o que é a satisfação do cliente; dizendo de modo simples, se as percepções de um cliente satisfazerem suas expectativas, diz-se que as expectativas foram confirmadas e o cliente está satisfeito. É vital ouvir e atender às necessidades e preferências de cada cliente. Para aumentar a satisfação dos clientes à empresa tem de fazer mais do que ouvir simultaneamente o que os clientes dizem. A empresa precisa também descobrir o que há por trás dos componentes externos do comportamento dos clientes (o que compram, como compram e quando compram). Se a empresa não souber o que se passa nos corações e nas mentes dos clientes e não integrar essas informações às expectativas externas, o quadro não está completo. O objetivo é conhecer intimamente o cliente para melhor atende-lo, bem como, saber o seu grau de satisfação quão à empresa, produtos e atendimento. Numa tentativa de compreender os desejos e as necessidades dos clientes, sabe-se que cada cliente é um desafio. Ao mesmo tempo em que pode chegar uma pessoa bem-humorada, que sabe exatamente do que precisa, o balconista corre o risco de atender o cliente mais exigente e confuso que poderia existir. O mercado está extremamente competitivo. E o grande diferencial entre um bom e um mau balconista está na habilidade de tratar bem o cliente em qualquer ocasião. Há casos de o cliente ter ficado descontente, o segredo é ouvi-lo atentamente e resolver o problema de uma maneira que o agrade. É verdade que simpatia e carisma cativam a clientela. 

A Importância da Satisfação do Cliente 

Não se pode minimizar a importância da satisfação do cliente. Sem clientes, a empresa não tem razão de existir. Esperar que os clientes reclamem para identificar os problemas é muito ingênuo por parte dos gerentes. Os clientes ficaram mais difíceis de contentar. Hoje eles estão mais bem informados do que nunca; suas expectativas aumentaram e estão mais meticulosos sobre onde gastar o seu dinheiro. Hoffman (2003, p.329) assim se refere: As empresas em média, não escutam nada de 96% de seus clientes insatisfeitos; para cada queixa recebida, na verdade 26 clientes tiveram o mesmo problema; as pessoas que tem um problema contam em média para 9 ou 10 outras pessoas. Treze por cento contam a mais de 20; clientes que tem queixas resolvidas satisfatoriamente contam em média para cinco outras pessoas sobre o tratamento que receberam; os que fizeram queixas têm mais possibilidade de fazer com você outra vez do que os que não fizeram: 54 a 70% se foram totalmente resolvidas, e 95% se foram atendidas rapidamente. O que satisfaz um cliente? Um produto que atenda as suas necessidades, a um preço atraente? Ou um bom serviço? Ou ambos? Qualquer que seja a resposta, é preciso compreender que o cliente satisfeito é a base de futuros negócios. A Satisfação de um cliente é decorrência de uma série de eventos que começa quando a empresa procura pela primeira vez o cliente e é uma tarefa que, na verdade, nunca termina. Desta forma, a satisfação do cliente pode ocorrer em função da disponibilidade dos produtos em estoque, da entrega pontual desses produtos e pela qualidade do atendimento prestado. Ressalta-se que a empresa deve ter um laço de credibilidade e confiança do cliente em relação à loja, ele sempre se lembrará do estabelecimento como um grande diferencial. Para as empresas de autopeças em que a venda do produto depende de uma necessidade específica do cliente, é preciso criar mecanismos para que o processo de venda não seja tão simplificado, ou seja, o cliente entra na loja, pede a peça no balcão, paga e vai embora. 

Benefícios da Satisfação do Cliente 

Sabe-se que satisfazer clientes não é uma tarefa impossível. Com efeito, satisfazer e superar as suas expectativas pode trazer diversos benefícios para a empresa. Freqüentemente, os clientes estão dispostos a pagar mais e ficar com uma empresa que satisfaça as suas necessidades do que assumir os riscos associados com as ofertas de serviços mais baratos. É comum as pessoas comprarem em uma determinada loja por terem afinidades com os vendedores. Mas, para que esse relacionamento seja realmente harmonioso, os balconistas precisam conhecer muito o que estão vendendo, pois só assim, é possível explicar com clareza para os clientes quando ele adquire uma peça errada ou defeituosa, isso ocorre muito em empresas de autopeças. De acordo com Hoffman (2003, p.332) as empresas que se orgulham de seus esforços para a satisfação dos clientes em geral são melhores para o trabalho. Sabe-se que um cliente insatisfeito não volta a loja, e empresas inteligentes detectam necessidades não satisfeitas. As necessidades dos clientes em geral, são complexas, sutis e mudam com rapidez. Cobra (1993, p. 24) afirma que: Através da identificação de necessidades de atendimento não satisfeitas, uma empresa pode conseguir importantes vantagens competitivas. Ao inovar no atendimento, uma empresa pode se destacar da sua concorrência, ganhando pontos importantes na disputa de mercado. As pesquisas de satisfação também transmitem para os clientes a mensagem de que a empresa preocupa-se com o bem-estar e valoriza a contribuição a respeito do seu processo de prestação de serviços. Os clientes estão cada vez mais exigentes. eja na qualidade dos produtos, no cumprimento dos prazos de entrega, ou na solução de problemas. Se a empresa não atender essas exigências, a concorrência o fará. O que significa, que a empresa precisa melhorar o seu desempenho em todas as áreas, trabalhando continuamente para aperfeiçoar o seu desempenho e a qualidade dos seus processos, produtos e serviços.

* Formada em Administração de Empresas e Especialista em Gestão de Marketing em Serviços e Varejo pela UPF/RS.

 Fonte: www.administradores.com.br

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Pesquisas Eleitorais – Breve Histórico

                                                                                                                 DENISE NOGUEIRA MAGRI MENDES*



O documento redigido pela ABEP (2014), Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa, relata que os primeiros registros de enquetes eleitorais datam de 1824, ano da campanha presidencial norte-americana. As enquetes, ou levantamentos de opiniões, que geralmente aconteciam durante reuniões políticas, eram realizados com procedimentos casuais e nada científicos. Resultavam da curiosidade popular sobre os possíveis vencedores, bem como das atividades dos políticos e partidos para definição dos candidatos ou conhecimento de suas preferências e eram divulgados nos principais jornais da época.

          Desde então, as enquetes eleitorais foram ficando mais populares. Apenas em 1916 foi realizada uma pesquisa eleitoral nacional pela revista Literary Digest pela qual estimaram corretamente a vitória de Woodrow Wilson naquela eleição presidencial. A partir daí, a revista passou a realizar pesquisas nacionais e, utilizando-se do procedimento de envio e devolução por correio de milhares de “cartões de voto”, conseguiu estimar com acerto as vitórias dos seguintes presidentes da república, incluindo a primeira eleição de Franklin Roosevelt em 1932. A eleição norte-americana de 1936 foi marcante para a história da pesquisa eleitoral, pois a revista Literary Digest conduziu uma pesquisa nacional e previu equivocadamente a vitória de Alf Landom, candidato republicano, sobre Roosevelt, candidato democrata à reeleição. Com uma amostra elaborada à base de listagem telefônica e registro de proprietários de automóveis, o jornal enviou mais de 10 milhões de “cartões de voto”, mas obteve a devolução por correio de pouco mais de 2 milhões e 300 mil votos, uma participação intensa, mas que representava menos de 25% do total da amostra. A previsão de vitória do candidato perdedor estava errada por uma margem de 19 pontos percentuais. Os estudos sobre as causas dessa previsão equivocada mostraram que o viés de uma amostra pouco representativa, embora gigantesca, a baixa participação proporcional da população amostrada, e a alta taxa de não-respostas foram as explicações para o erro da Literary Digest. Naquela mesma eleição, George Gallup, fundador em 1935 do American Institute of Public Opinion, acertou o resultado com exatidão, com uma amostra demograficamente representativa de 3.000 entrevistas. O mesmo ocorreu para Elmo Roper, que já em 1935 realizava o Fortune Survey, da revista Fortune, fundado em procedimentos científicos. Este foi o momento da introdução de métodos científicos na elaboração e realização de pesquisas.

No Brasil, a pesquisa de opinião foi introduzida de forma pioneira com a fundação do IBOPE, em 1942. A primeira pesquisa eleitoral foi realizada em 1945, na campanha presidencial instalada com o final da ditadura do Estado Novo e início da democratização. Com 1.000 entrevistas selecionadas em pontos de fluxo na cidade de São Paulo, a pesquisa estimava o resultado da eleição em que concorreram Eduardo Gomes e Eurico Dutra. A partir de então, as pesquisas eleitorais e políticas ganharam campo e hoje são indispensáveis no Brasil.

          Assim, a importância das pesquisas eleitorais, percebida pelo campo da política a partir de então, fizeram com que, nas palavras de NUNES (2000), “hoje em dia, seja raro algum político, governante ou candidato se valer apenas da sua sensibilidade.” A inclusão da pesquisa política nos estabelecimentos de estratégias e decisões é uma poderosa ferramenta utilizada pelos candidatos às eleições. A campanha política não se orienta por experiência ou improvisações, mas baseia-se pelo prévio conhecimento das opiniões dos eleitores.


* DENISE NOGUEIRA MAGRI MENDES: Analista do Ministério Público do Estado de Minas Gerais, bacharel em Estatística pela Universidade Federal de Minas Gerais, pós-graduada em Estatística pela Universidade Federal de Minas Gerais, em Gestão da Informação pela Fundação João Pinheiro.

 Adaptado do artigo Pesquisa Eleitorais e Propaganda Política. Fonte: http://www.conteudojuridico.com.br/


quinta-feira, 24 de julho de 2014

A Análise SWOT em nosso dia a dia

Pedro Papastawridis




No âmbito do processo de Planejamento Estratégico, assim que estejam definidas a missão, a visão e os valores organizacionais, é necessária uma análise da situação da empresa. O motivo é bem simples e a paráfrase das palavras de Sun Tzu (autor de A Arte da Guerra), elucidativa: “Conheça o seu concorrente e a si próprio, pois, assim, sua vitória nunca será posta em risco”.

Em vista disso, há diversas metodologias padronizadas ou customizadas que as empresas utilizam para conhecer a si mesmas e ao ambiente competitivo onde estão inseridas. Uma das mais aplicadas, por seu caráter intuitivo e adaptabilidade aos mais diversos segmentos econômicos, é a Matriz SWOT.

A Matriz SWOT (ou FOFA, em Português), é um método de diagnóstico que visa à identificação do quadro geral de uma organização frente ao seu ambiente competitivo sob as perspectivas interna (pontos fortes e fracos) e externa (ameaças e oportunidades). Todavia, essa matriz não se propõe somente a descrever a empresa, mas também para indicar soluções estratégicas. Além disso, a referida metodologia pode ser combinada com outras que se proponham a diagnosticarem e/ou formularem estratégias.

A chave para uma análise SWOT bem-sucedida reside na relevância e objetividade dos critérios que serão considerados: relevância, porque cada indústria possui um conjunto de fatores críticos de sucesso para os seus integrantes; e objetividade, pois demanda parâmetros qualitativos e quantitativos que possam ser tratados sob uma perspectiva histórica e comparados com a concorrência. Nesse contexto, o suporte do processo de Inteligência Competitiva é fundamental.

No âmbito dos fatores externos da Matriz SWOT, as oportunidades são eventos que, uma vez aproveitados pela empresa, permitem a alavancagem competitiva. Por sua vez, as ameaças são eventos que, se não forem eliminados ou mitigados, podem afetar negativamente o desempenho organizacional. Para subsidiar a análise dos fatores externos, um dos modelos mais completos é utilizado em Marketing, desdobrando-se conforme a seguir:

A – Macroambiente (variáveis incontroláveis)



1.  Variável política;

2.  Variável legal;

3.  Variável tecnológica;

4.  Variável econômica;

5.  Variável demográfica;

6.  Variável social;

7.  Variável cultural;

8.  Variável natural.



B – Microambiente (variáveis controláveis)

1.  Concorrentes (já existentes na indústria, novos entrantes e de produtos substitutos);

2.  Clientes;

3.  Fornecedores;

4.  Órgãos reguladores.

Quanto às variáveis internas, a empresa dispõe de pontos fortes, que potencializam a sua capacidade competitiva, e os pontos fracos, que debilitam essa capacidade. Nesse momento da análise SWOT, ter senso crítico é fundamental, na medida em que poucas organizações gostam de expor seus pontos fracos. Contudo, são essas organizações relutantes as primeiras a caírem, devido à sua “perfeição”.

Como resultado das análises realizadas, é possível a formulação de quatro cenários estratégicos que servirão de ponto de partida para a etapa de formulação estratégica. São eles:

1.  Sobrevivência → quando há predominância de ameaças e pontos fracos.

2.  Manutenção → quando há predominância de ameaças e pontos fortes.

3.  Crescimento → quando há predominância de oportunidades e pontos fracos.

4.  Desenvolvimento → quando há predominância de oportunidades e pontos fortes.

Por fim, e reiterando a adaptabilidade da metodologia, a Matriz SWOT pode ser empregada em processos de autoanálise pessoal. Afinal de contas, não há patrimônio maior que o próprio ser humano.


sexta-feira, 11 de julho de 2014

Seis dicas de marketing para pequenas empresas

Invista na marca e no atendimento para aumentar as vendas e o lucro do seu negócio.

                                                                                                                          Priscila Zuini




As pequenas e médias empresas que estão dispostas a crescer precisam investir na marca e a na divulgação de seus produtos. Mesmo sem uma área especializada em marketing, é possível definir algumas ações para a sua equipe que vão ajudar a fortalecer o negócio.

Invista nas redes sociais

Se sua empresa ainda não tem uma página na internet ou perfis nas principais redes sociais é hora de tomar uma atitude. Cada vez mais as pessoas compram e discutem marcas e produtos pela rede e as empresas que ficarem de fora desse movimento vão perder novos consumidores. Além disso, através das redes sociais é possível ouvir os clientes, encontrar pontos a melhorar e fazer mudanças no negócio seguindo a demanda de quem compra.

Construa uma marca forte

Mesmo que não se torne conhecida do público geral, é importante para uma pequena consolidar a marca em seu mercado potencial. Para isso, funcionários, colaboradores e clientes precisam ter clareza sobre a imagem da empresa, já que são eles quem ajudam a divulgá-la. Ter uma posição clara no mercado e construir uma identidade visual padronizada – abrangendo de cartão de visitas a folhetos promocionais – é fundamental.

Ofereça um bom atendimento

A impressão que um cliente leva da sua empresa importa tanto quanto o produto. Seja durante ou depois da venda, é imprescindível ter um bom atendimento. Isso inclui responder às solicitações e reclamações dos consumidores com agilidade e manter um canal direto entre eles e a empresa. Oriente toda a equipe e tenha respostas rápidas para atender às dúvidas. Com um atendimento bem definido, fica mais fácil receber sugestões de mudanças e melhorias, por exemplo.

Calcule o retorno do marketing

Algumas métricas de marketing exigem pesquisas e relatórios elaborados. Outras, porém, podem ser percebidas rapidamente no andamento do negócio. Antes de uma ação, investigue quem é o seu público e qual o efeito esperado. Tenha uma planilha organizada que compare o objetivo da nova estratégia com o resultado conseguido. Compare também os números do período anterior para calcular o impacto do esforço feito para divulgar a marca.

Faça um plano de marketing

O planejamento de marketing é tão importante quanto o plano de negócios e o tributário. O primeiro passo é analisar os fatores externos e internos que podem influenciar o desempenho da empresa. Entenda como funciona o comportamento de compra do cliente e conheça bem os outros players no mercado. Isso ajuda a definir o posicionamento da empresa e traçar as estratégias, os objetivos e as metas de marketing. Todo plano de marketing deve ter um cronograma que indique um responsável para cada ação.

Informe-se e estude

Para os empreendedores que não têm uma formação em administração ou uma boa base em conceitos de marketing, os livros podem ser uma saída. Existe uma extensa bibliografia sobre o assunto da qual os pequenos empresários podem tirar proveito. Para começar, busque um autor consagrado, como Philip Kotler e seu livro Administração de Marketing. Se o foco for serviços, a dica é ler Marketing de serviços: pessoas, tecnologia e resultados, de Lovelock e Wirtz. Para ajudar na elaboração do plano de marketing fique com Planos de marketing, de McDonald.

Fonte: www.exame.abril.com.br

sexta-feira, 4 de julho de 2014

Como aumentar a participação da sua empresa no mercado
 Por: Vinícius Gonçalves




                                                                                                                         

O sonho de todo novo empreendedor, que acabou de abrir um negócio, é ter seu nome lembrado e conseguir aumentar a participação da sua empresa no mercado. Da mesma forma que sempre que pensamos em um carro, refrigerante ou um celular, por exemplo, nos lembramos de certas marcas, um empreendedor quer ter uma marca lembrada e sempre visitada quando acreditar ser necessário pelo cliente, como um nome que não sai da sua cabeça. Mas como conseguir isso? Com trabalho duro e contínuo, é a resposta mais simples.

Construir uma marca e aumentar a participação da sua empresa no mercado não é algo que acontece da noite para o dia. Antes de tudo, é preciso saber que o caminho a ser trilhado é árduo e é preciso investir na sua empresa. E a primeira dica que temos para quem quer aumentar a sua participação no mercado é permanecer sempre inovando. Esta é, sem dúvida, a melhor forma de fixar a sua marca na mente das pessoas.

Inove sempre

Você criou um produto de sucesso e todo mundo comprou. Mas e daí? E depois? Uma ótima maneira de ganhar uma boa fatia do mercado e sempre novos e bons clientes é detectar novas tendências antes dos concorrentes. Crie produtos, invista em novos itens necessários para as pessoas e ainda não inventados. Crie serviços, mas inove constantemente.

E como saber quando e onde inovar na sua empresa? Ouvindo, pesquisando. Muitos empreendedores erram ao não ouvirem sugestões e reclamações. A pesquisa é de suma importância para auxiliar na tomada de decisão e para o desenvolvimento estratégico de um negócio.


Responda rápido aos clientes

Ignorar a velocidade de informação pode ser o seu maior erro hoje em dia. Aquele prazo de 24 horas para a resposta de um email é bem tentador de ser colocado em seu Fale Conosco, mas não é o ideal hoje em dia. Os clientes são impacientes, querem atenção e estão antenados. Quer ganhar mais mercado e o público? Seja rápido.

Viva para os clientes

Use as ideias dos clientes. Quer melhor fonte para ouvir que os seus clientes. Realize pesquisa de satisfação, avaliação de produtos e serviços. Muitas empresas prosperaram bastante quando colocaram os clientes no centro de seu negócio, deixando que eles participem da “formatação” da sua empresa. Afinal, sem eles você não existe. Manter um canal aberto para as ideias dos clientes é bem importante e leve a sério seus anseios. Viva para os clientes. Eles é quem precisam ser agradados. São eles a sua fonte de lucro. Se você quer expandir seus negócios, com certeza é ouvindo os clientes que vai conseguir.


Fonte: http://www.novonegocio.com.br/

sexta-feira, 6 de junho de 2014

Pesquisa de Clima Organizacional

Ricardo Nantes

A preocupação com o clima é tão importante que deve ser meta de qualquer gerente de pessoas.




O clima organizacional está entre os principais pilares para o crescimento de uma empresa, por uma razão óbvia: clima bom -> colaboradores engajados -> valorização do trabalho -> que propicia um clima inovador -> vantagens competitivas -> geração de valor para o negócio.
É claro que um bom clima por si só não traz inovação, mas sem um bom clima na empresa você não faz inovação. Inovação é um diferencial competitivo para qualquer negócio e quem inova são pessoas e não máquinas. A preocupação com o clima é tão importante que deve ser meta de qualquer gerente.

Mas falando de forma prática, como as pequenas e médias empresas podem trabalhar e inserir um bom clima organizacional? Vamos lá:
1. Os diretores e acionistas devem estar sensibilizados da importância do clima para a empresa. Não como custo, mas como investimento que traz geração de riqueza;

2. A equipe de gestão de pessoas deve planejar e buscar indicadores que deseja acompanhar, os aspectos e atributos que querem analisar. Definir a parametrização de perguntas e respostas. Todo este planejamento e definição devem estar vinculados com os valores, missão, visão e planejamento estratégico da empresa.

3. Aferir clima por meio de pesquisas junto aos colaboradores. A Pesquisa de Clima Organizacional é uma ferramenta para coleta destes dados, fornecendo informações importantes sobre a percepção dos colaboradores em relação aos diversos fatores que afetam os níveis de motivação e desempenho dos mesmos. Além da identificação destes problemas, a pesquisa, enquanto meio de comunicação, possibilita ainda a utilização do conhecimento tácito dos colaboradores para a resolução dos problemas com os quais os mesmos lidam diariamente. A pesquisa, portanto, possibilita que a organização avalie seu momento atual e planeje ações, em um processo de melhoria contínua.

4. Como resultado da pesquisa em mãos, vocês terão indicadores reais de como está o clima de sua empresa.Assim, poderão trabalhar de forma direcionada os trabalhos, propor mudanças, vincular benefícios com metas. Um trabalho que deve ser coordenado pela equipe de Gestão de Pessoas, com a participação de todos os líderes e apoio dos acionistas. Lembrando que ouvir o que é solicitado é importante, porém é mais importante “dar” o que realmente é necessário.
5. Divulguem o resultado para toda a empresa;

6. Monitorem o clima (com nova aplicação da pesquisa) a cada 6 meses. Comparem com o resultado anterior. Vincule com uma meta do gerente de pessoas, por exemplo, manter clima organizacional acima de XX%.

A cada resultado da pesquisa de clima, é fundamental o departamento de gestão de pessoas, analisar profundamente os resultados obtidos e propiciar de forma pontual com os líderes as mudanças a serem trabalhadas por toda a empresa.
Nas perguntas abertas, haverá sugestão de melhorias e benefícios a serem implantados. Para uma pequena ou média empresa, recomendo: comecem aos poucos, com um ou dois benefícios, e vinculem os mesmos com metas e resultados.

Tudo que é ganho de forma fácil não é valorizado. Tem de ser conquistado pelos colaboradores. Dessa forma, usem o endomarketing de modo eficiente na divulgação e clareza nas regras dos benefícios, caso esteja vinculado com alguma regra. Assim, trabalharão a transparência.

Um bom clima é um investimento para a empresa. Diminui absenteísmo, melhora o trabalho em equipe, valoriza o trabalho das pessoas, diminui turnover, aumenta a participação, propicia clima inovador, melhora produtividade, valoriza a empresa, gera valor, enfim. Os benefícios são extraordinários.


Ricardo Nantes é Presidente do Portal Educação, a empresa de Educação a Distância mais premiada e reconhecida do Brasil, única do segmento presente entre as Melhores para se Trabalhar no Brasil da Revista Exame e Revista ÉpocaFonte: www.endeavor.org.br

sexta-feira, 4 de abril de 2014

Luiz Marins - Invista em sua imagem
marins9Tenho recebido dezenas de mensagens e reclamações de pessoas preocupadas com a forma como as pessoas, de modo geral, têm se vestido para trabalhar. Recebo também muitos pedidos para desenvolver o que se chama de dress code ou “código de vestir” para empresas e mesmo observado que muitas estão adotando uniformes para seus trabalhadores como maneira de reagir à forma pouco adequada com que as pessoas têm se trajado no ambiente de trabalho. Uma das tantas mensagens diz: “Um tema que eu acho indispensável é a forma deselegante que algumas mulheres se apresentam no trabalho: unhas coloridas, cabelos coloridos, roupas curtas, decotadas e por aí se vai... Os homens também estão cada vez mais deselegantes. A boa aparência, o cuidado com visual... Precisamos de orientação...”.

O que quero chamar a atenção é que essa preocupação vem crescendo nos últimos tempos entre dirigentes empresariais de todos os setores. Há um movimento para a volta dos uniformes para coibir os exageros que estão sendo verificados entre funcionários que não têm tomado o devido cuidado e atenção, principalmente no vestir, criando situações constrangedoras com potenciais problemas jurídicos de assédio sexual e moral para as empresas.


Em ambientes privados, as pessoas podem se trajar ou se comportar como bem desejarem. Em ambientes públicos, não. É preciso lembrar que o ambiente de trabalho é um ambiente público e não privado. Ou seja, as pessoas devem ter civilidade, isto é, respeitar as demais pessoas que lá convivem.


Vejo que muitos alegam que gostam do que usam e que “gosto não se discute”. E ainda que sentem-se no direito de se trajar ou usar adereços como bem entenderem. Entretanto, a civilidade indica que não temos o direito de ofender ou mesmo tornar um ambiente público desconfortável pelo exercício de nosso direito individual. Isso faz parte da civilidade e não da lei.


A verdade, sentida por muitos, é que é preciso que tenhamos mais civilidade no mundo atual, sob pena de termos que assistir a criação de mecanismos de restrição parcial da liberdade por causa da falta de bom senso e civilidade das pessoas.


Pense nisso. Sucesso!


Luiz Marins