quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Aproveite o início do ano para planejar

Mas, por favor, não complique. Não faça planejamentos sofisticados demais.             Planeje com os pés no chão; com base na realidade concreta da sua empresa; tendo em conta suas reais possibilidades de caixa e das pessoas com quem realmente poderá contar.   Planejamento não é exercício de sonho. Pense grande, mas não sonhe demais a ponto de nem você mesmo acreditar no que planejou.

Para planejar bem, faça uma análise do que deu certo na sua empresa nos anos passados. Das coisas que os clientes elogiavam e gostavam. Você verá que há muitas coisas excelentes que você deixou de fazer e nem sequer sabe os motivos. Reveja o seu baú de velhas ideias e veja quantas coisas podem ser revividas com sucesso.

Pense também no que você já tem dentro da sua empresa e que pode se transformar num produto ou serviço.     Há muitas oportunidades escondidas dentro de uma empresa e que podem ser fonte de resultados importantes. Lembro-me, por exemplo, de uma empresa que tinha um enorme auditório ocioso e que passou a alugá-lo para terceiros, criando uma fonte de recursos que não existia. Lembro-me de outra que desenvolveu um software para uso próprio e descobriu que poderia vendê-lo a outras empresas com pequenas modificações.
            
Pense no grupo de pessoas que você sempre considerou como aquelas que jamais comprarão de você. Aí podem estar seus futuros e mais lucrativos clientes.             Lembre-se que a classe C já está chegando a 60% da população e isso é muito recente. Há clientes hoje que não eram nossos clientes ontem e nem sempre estamos acostumados a pensar nessa nova classe como clientes.
            
Enfim, faça uma parada estratégica para planejar com simplicidade. Sem planejamento eficaz não há ação que leve empresas ao sucesso.

Pense nisso. Sucesso!

quarta-feira, 21 de novembro de 2012



 IMAGINAÇÃO, CRIATIVIDADE E INOVAÇÃO

Luiz Marins

Tive o prazer de assistir uma magnífica aula de Sir Ken Robinson, uma das maiores autoridades mundiais em criatividade e inovação. Veja o site dele que é: sirkenrobinson.com

Sir Robinson explicou, que a criatividade é filha da imaginação e que a inovação é a criatividade colocada em prática, ou seja, a inovação é filha da criatividade e, portanto, neta da imaginação. Assim, ele afirma que sem imaginação não pode haver, nem criatividade, nem inovação. O que ele quer nos dizer é que sem incentivar a imaginação não há como haver pessoas criativas e empresas inovadoras. Assim, o primeiro passo é incentivar a imaginação.

O problema, diz ele, é que toda a educação formal embota, desprestigia e mesmo impede a imaginação. As crianças são naturalmente muito imaginativas. O problema é que a imaginação é classificada como algo fora da realidade, irreal, e, portanto, pouco científica e não admitida na escola formal à medida que os alunos vão se tornando adolescentes e adultos. Daí o fato de termos poucas pessoas realmente criativas e empresas pouco inovadoras. Somos levados a ampliar ou melhorar o que já existe e não a criar produtos ou serviços totalmente novos. Temos medo de inovar e esse medo é dado pela censura à imaginação, tanto na escola como nas empresas.

O que tudo isso quer nos dizer é que não adianta querermos ter uma empresa inovadora, sem pessoas criativas e para termos pessoas criativas é preciso que estimulemos a imaginação. E a grande novidade é que ele afirma que todos nós, sem exceção, somos capazes de imaginar, portanto, somos todos potencialmente criativos e inovadores. A receita, é, pois, liberar a imaginação. E como fazer isso?

É preciso haver um ambiente de liberdade e confiança para que as pessoas se sintam livres para usar sua imaginação. Da mesma forma como uma semente fica escondida na terra durante todo o inverno, assim as ideias ficam aguardando o clima favorável para que brotem e floresçam. Esse, diz ele, é o grande papel dos líderes.

Pense nisso. Sucesso!



sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Competindo conosco mesmos



MOTIVAÇÃO E SUCESSO

Autor: Luiz Marins

Recebi de um assinante de nossas mensagens “Motivação&Sucesso” um e-mail muito interessante em que ele afirma: mais importante do que competir com os outros, coisa que tem deixado as pessoas num nível de estresse intolerável, é, na verdade, que cada um de nós compita conosco mesmos.

A ideia dele é a de que devemos sim competir, mas conosco e não com os outros. Devemos fazer um esforço grande para sermos melhores a cada dia. Devemos não nos conformar com nossos pequenos erros ou defeitos. Devemos buscar o autoaperfeiçoamento todos os dias da vida. Isso é competir conosco mesmos. É não nos conformarmos com nossa preguiça ou falta de coragem em enfrentar a realidade como ela se apresenta diante de nós. Enquanto perdemos tempo competindo com os outros, ganhamos muito em competir conosco mesmos, pois só assim realmente seremos vencedores, seremos melhores a cada dia.



Quanta verdade eu vi nessa mensagem! Se todos os dias da vida nos preocuparmos em ser melhores, em corrigir um pequeno defeito, em aumentar uma virtude, com certeza seremos vencedores. Em vez de olhar para fora, olharmos para dentro de nós mesmos para ver no que podemos melhorar.

Certa vez, escrevi um artigo dizendo que em vez de dizer “como fulano é irritante” deveríamos nos perguntar: “por que me irrito tanto com fulano?”, buscando a solução do problema em nós e não nos outros.

Mudar é um esforço contínuo, diário. Exige uma consciência crítica sobre nós mesmos. O nosso espelho deve ser algo que nos diga a verdade sobre nós e não nos engane todos os dias. Competindo conosco mesmos encontraremos o segredo para conviver com os outros sem competir.

Pense nisso. Sucesso! 

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

3M lança película para aplicação em fachadas externas


3M lança película para aplicação em fachadas externas

Com o objetivo de promover a redução de calor com aproveitamento de luminosidade em lugares de difícil acesso, a 3M do Brasil lança a película Window Film Série Prestige Exterior. O foco é a aplicação em fachadas ou claraboias externas em locais com restrições para a aplicação interna. O produto também incentiva o aproveitamento da luz natural em até 90%, proporcionando economia de energia elétrica, sem alterar a aparência da fachada.

“O lançamento das películas Prestige Exterior com propriedades de bloqueio de calor e controle de luminosidade para uso externo é única no mercado, pois oferece alto aproveitamento de luz natural e alta redução de calor, com uma baixíssima reflexão externa”, explica Keyse Ramalho, gerente de produtos da 3M do Brasil.

A solução pode ser aplicada em claraboias ou fachadas exteriores de shoppings, condomínios, hotéis, entre outros locais. O diferencial desta película é sua alta perfomance em relação à redução de calor, mesmo para vidros de baixa emissividade, mais conhecidos como “LowE”. “Como a utilização desse tipo de vidro tem aumentado exponencialmente em construções civis, cresceu também a demanda por filmes de melhor qualidade, tecnologia e controle de transparência”, explica Keyse.

Disponível em três versões de transparência, Exterior PR40, Exterior PR70 e Exterior PR90, o produto foi desenvolvido com nanotecnologia que consiste em mais de 200 camadas que promovem o controle de calor e redução de brilho, ao mesmo tempo em que mantêm o mesmo visual interior ou exterior das janelas.


A película bloqueia até 99,9% dos raios ultravioletas nocivos à saúde, minimizando também o desbotamento causado pelo sol em carpetes, pisos e móveis. Estes filmes não contêm metal na composição, eliminando o risco de corrosão e não interferindo em sinais de celular, GPS, rádio e wifi.

"O grande diferencial da Prestige Exterior demonstra a nossa experiência incomparável no desenvolvimento de filmes óticos, nanotecnologia e adesivos, além do compromisso da 3M em desenvolver inovação para se tornar líder em soluções para conservação de energia para as próximas décadas”, conclui Keyse.

Prevenindo o estresse térmico

A película é ideal para uso em lugares de difícil acesso interno, mas que precisam da proteção, ou em áreas em que aplicações convencionais de película pelo lado interno aumentariam o risco de estresse térmico do vidro, que é o excesso de temperatura proveniente da energia solar e que pode causar sua quebra. Isso significa que a nova película diminui o risco de estresse térmico devido à baixa absorção de calor no vidro com película aplicada.

“A 3M oferece um suporte técnico exclusivo que analisa o risco de estresse térmico de acordo com características específicas de uma obra, o que está atrelado à liberação do uso da película, bem como à garantia exclusiva proporcionada pela 3M”, explica Ricardo Boscolo, especialista técnico em Window Film da 3M do Brasil.

Sobre Window Film

A 3M é líder mundial em películas para controle solar há quatro décadas, desde a sua primeira patente para películas Window Film, em 1966. As películas Prestige Exterior apontam a mais recente contribuição tecnológica do setor para a indústria.

Aproveitando a capacidade mundial em desenvolvimento de nanotecnologia, adesivos, filmes óticos de multicamadas e manufatura de precisão, a 3M criou uma película inovadora que possibilita ter em mais de 200 camadas em uma película mais fina que um Post-it®.

terça-feira, 10 de abril de 2012

Pesquisa de mercado: como analisar os dados obtidos


O processo de pesquisa de mercado normalmente funciona assim: você lê num blog ou livro que é importante fazer uma pesquisa de mercado, monta um questionário com 317 perguntas, passa para o maior número possível de pessoas e no final fica com uma planilha cheia de respostas que te faz pensar “Hum… e agora?!?“.
Para te ajudar a criar uma estratégia a partir dessas respostas, seguem as principais lições que aprendi a ferro e fogo.
Como analisar os dados de uma pesquisa de mercado
"Hum... 27,39% das pessoas preferem azul"
Respostas úteis só aparecem para perguntas bem feitas
Você pode ser o melhor analista do mundo, mas se os dados não forem bem coletados vai ser muito difícil chegar a alguma conclusão.
Existem basicamente 2 tipos de pesquisa de mercado, as focadas em analisar a demanda por um novo produto e as que pretendem melhorar um produto existente. Fazer as perguntas certas é essencial pra quem quer chegar a alguma conclusão.
Esqueça a média, foque nos extremos
A reação normal ao tratar os dados é tirar a média das respostas e ver as preferências. Porém, lembre-se que você não é a Unilever. Seu objetivo não é agradar as massas, é atender muito bem um nicho específico. Por isso, foque nos extremos.
Nossa “fórmula secreta” para avaliar a preferência do mercado é ver a quantidade de pessoas que demonstraram interesse acima de 8 (de 0 a 10) por um produto. Esse é o número que importa, pois te dá uma noção da capacidade do produto de conquistar entusiastas.
As pessoas pagariam pelo que elas preferem?
Normalmente os produtos com maior número de entusiastas têm a maior taxa de “Eu pagaria por isso“. Por via das dúvidas, é bom conferir se realmente há interesse em pagar por ele ou se é apenas algo “Ah, acho legal, mas não pagaria“.
Se não houver interesse das pessoas em pagar pelo produto favorito, faça a mesma análise para o 2o colocado e só pare quando achar algo que é comercialmente viável. Se não houver nenhum produto que as pessoas queiram pagar, é hora de reavaliar sua estratégia.
Conclusão: mãos à obra, vá vender!
Se você fez um bom trabalho no questionário da pesquisa de mercado, você pediu permissão para entrar em contato via e-mail ou telefone.
Ao filtrar os dados, você consegue uma lista de pessoas que falaram que gostam muito do que você vai oferecer e que pagariam por isso. Ou seja, você tem sua primeira lista de clientes em potencial, aproveite!
Abraços,
Millor Machado (o tratador de dados)
Texto original em: www.saiadolugar.com.br

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Pesquisa sobre agulhas para biópsia


Prezados (as) Senhores (as)

Instituto Gênese convida a todos os profissionais de saúde para participar do estudo a respeito das agulhas para biópsia no Brasil, que será apresentado no Congresso Brasileiro de Radiologia (CBR) em Brasília no mês de Setembro de 2012.

Ao participar da pesquisa, que tem duração prevista de 03 minutos para o método quantitativo - que poderá ser realizado via internet - ou de 30 minutos para o método qualitativo, o entrevistado já estará concorrendo a 2 credenciais para o congresso, além da participação na apresentação do relatório. A premiação será divulgada pelo site do Instituto Gênese e será informada por e-mail, além dos nossos canais do twitter e do facebook, para todos os participantes.

Solicitamos a colaboração de todos.

Caso queira realizar a pesquisa pela internet, por favor entre em contato pelo email contato@institutogenese.com.br para que seja encaminhado o Link de acesso ao questionário via web, é fácil, rápido e seguro.

Para as cidades de Porto Alegre, Curitiba, São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, a pesquisa poderá ser feita com um de nossos consultores em local e horário determinado pelo participante.

Agradecemos a colaboração de todos.

Acompanhe-nos em nosso SiteFacebook e Twitter


quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Nossa incrível tendência de torcer pelo jacaré


Texto do Professor Luiz Marins

Fico a cada dia mais impressionado com a capacidade que temos de torcer contra. Quando alguma coisa tem chance de dar certo, logo buscamos mil razões para demonstrar que ela pode dar errado. Quando uma pessoa tem algum sucesso, logo ficamos buscando razões escusas para provar que o sucesso é uma farsa ou apenas temporário. Quando uma empresa está indo bem, liderando em qualidade e vendas, logo aparece uma campanha “surda” para desmoralizar seus produtos ou serviços.

De onde vem essa nossa tendência de torcer pelo jacaré no filme do Tarzã?

Vejo agora essa mesma tendência crescer em relação ao Brasil. Quando um time de economistas ingleses publicou que o Brasil passou o Reino Unido (Inglaterra) e se tornou a sexta maior economia do mundo, a reação que tenho visto entre os brasileiros é de puro descrédito ou de busca das razões pelas quais isso não
passa de um “absurdo”, pois o que vale não é a economia total e sim a renda per capita. Da mesma forma é em relação à Copa do Mundo. Todos que encontro dizem que será um verdadeiro “fiasco”.

O que me preocupa é que quando as notícias ou estatísticas são contra o Brasil ou contra alguma empresa ou pessoa, ninguém duvida! Todos acreditam piamente por mais sem credibilidade que seja a fonte. Se é contra, somos a favor! Se é a favor, somos contra! Basta vermos qualquer coisa errada e logo dizemos: “Só podia ser no Brasil”. Agora quando vemos um lugar limpo e bonito dizemos: “Nem parece o Brasil”. Isto mais me parece uma doença nacional que tem a ver com o que Tom Jobim teria dito certa vez: “Sucesso no Brasil é ofensa pessoal”.

Com esta baixa autoestima dominando nossa mente temos vergonha de celebrar nossas conquistas e nosso sucesso. Somos dotados de uma falsa humildade que procura esconder das pessoas nossas vitórias pessoais e profissionais. Idolatramos a pobreza, a carência, a falta, a ausência e não a prosperidade, a riqueza, o sucesso.

Acredito que seja hora de mudar essa mentalidade derrotista que agora está tentando provar que 2012 será um ano ruim, que a corrupção só aumentará, que a miséria está em todo lugar e quem não pensa assim é bobo, ingênuo ou ainda pior, é rico, privilegiado, bem empregado e tem sucesso. Tudo isso é uma verdadeira ofensa no Brasil. Mude! Celebre! Tenha orgulho de suas conquistas e vitórias! Você merece o melhor!

Pense nisso. Sucesso!