sexta-feira, 6 de junho de 2014

Pesquisa de Clima Organizacional

Ricardo Nantes

A preocupação com o clima é tão importante que deve ser meta de qualquer gerente de pessoas.




O clima organizacional está entre os principais pilares para o crescimento de uma empresa, por uma razão óbvia: clima bom -> colaboradores engajados -> valorização do trabalho -> que propicia um clima inovador -> vantagens competitivas -> geração de valor para o negócio.
É claro que um bom clima por si só não traz inovação, mas sem um bom clima na empresa você não faz inovação. Inovação é um diferencial competitivo para qualquer negócio e quem inova são pessoas e não máquinas. A preocupação com o clima é tão importante que deve ser meta de qualquer gerente.

Mas falando de forma prática, como as pequenas e médias empresas podem trabalhar e inserir um bom clima organizacional? Vamos lá:
1. Os diretores e acionistas devem estar sensibilizados da importância do clima para a empresa. Não como custo, mas como investimento que traz geração de riqueza;

2. A equipe de gestão de pessoas deve planejar e buscar indicadores que deseja acompanhar, os aspectos e atributos que querem analisar. Definir a parametrização de perguntas e respostas. Todo este planejamento e definição devem estar vinculados com os valores, missão, visão e planejamento estratégico da empresa.

3. Aferir clima por meio de pesquisas junto aos colaboradores. A Pesquisa de Clima Organizacional é uma ferramenta para coleta destes dados, fornecendo informações importantes sobre a percepção dos colaboradores em relação aos diversos fatores que afetam os níveis de motivação e desempenho dos mesmos. Além da identificação destes problemas, a pesquisa, enquanto meio de comunicação, possibilita ainda a utilização do conhecimento tácito dos colaboradores para a resolução dos problemas com os quais os mesmos lidam diariamente. A pesquisa, portanto, possibilita que a organização avalie seu momento atual e planeje ações, em um processo de melhoria contínua.

4. Como resultado da pesquisa em mãos, vocês terão indicadores reais de como está o clima de sua empresa.Assim, poderão trabalhar de forma direcionada os trabalhos, propor mudanças, vincular benefícios com metas. Um trabalho que deve ser coordenado pela equipe de Gestão de Pessoas, com a participação de todos os líderes e apoio dos acionistas. Lembrando que ouvir o que é solicitado é importante, porém é mais importante “dar” o que realmente é necessário.
5. Divulguem o resultado para toda a empresa;

6. Monitorem o clima (com nova aplicação da pesquisa) a cada 6 meses. Comparem com o resultado anterior. Vincule com uma meta do gerente de pessoas, por exemplo, manter clima organizacional acima de XX%.

A cada resultado da pesquisa de clima, é fundamental o departamento de gestão de pessoas, analisar profundamente os resultados obtidos e propiciar de forma pontual com os líderes as mudanças a serem trabalhadas por toda a empresa.
Nas perguntas abertas, haverá sugestão de melhorias e benefícios a serem implantados. Para uma pequena ou média empresa, recomendo: comecem aos poucos, com um ou dois benefícios, e vinculem os mesmos com metas e resultados.

Tudo que é ganho de forma fácil não é valorizado. Tem de ser conquistado pelos colaboradores. Dessa forma, usem o endomarketing de modo eficiente na divulgação e clareza nas regras dos benefícios, caso esteja vinculado com alguma regra. Assim, trabalharão a transparência.

Um bom clima é um investimento para a empresa. Diminui absenteísmo, melhora o trabalho em equipe, valoriza o trabalho das pessoas, diminui turnover, aumenta a participação, propicia clima inovador, melhora produtividade, valoriza a empresa, gera valor, enfim. Os benefícios são extraordinários.


Ricardo Nantes é Presidente do Portal Educação, a empresa de Educação a Distância mais premiada e reconhecida do Brasil, única do segmento presente entre as Melhores para se Trabalhar no Brasil da Revista Exame e Revista ÉpocaFonte: www.endeavor.org.br

sexta-feira, 4 de abril de 2014

Luiz Marins - Invista em sua imagem
marins9Tenho recebido dezenas de mensagens e reclamações de pessoas preocupadas com a forma como as pessoas, de modo geral, têm se vestido para trabalhar. Recebo também muitos pedidos para desenvolver o que se chama de dress code ou “código de vestir” para empresas e mesmo observado que muitas estão adotando uniformes para seus trabalhadores como maneira de reagir à forma pouco adequada com que as pessoas têm se trajado no ambiente de trabalho. Uma das tantas mensagens diz: “Um tema que eu acho indispensável é a forma deselegante que algumas mulheres se apresentam no trabalho: unhas coloridas, cabelos coloridos, roupas curtas, decotadas e por aí se vai... Os homens também estão cada vez mais deselegantes. A boa aparência, o cuidado com visual... Precisamos de orientação...”.

O que quero chamar a atenção é que essa preocupação vem crescendo nos últimos tempos entre dirigentes empresariais de todos os setores. Há um movimento para a volta dos uniformes para coibir os exageros que estão sendo verificados entre funcionários que não têm tomado o devido cuidado e atenção, principalmente no vestir, criando situações constrangedoras com potenciais problemas jurídicos de assédio sexual e moral para as empresas.


Em ambientes privados, as pessoas podem se trajar ou se comportar como bem desejarem. Em ambientes públicos, não. É preciso lembrar que o ambiente de trabalho é um ambiente público e não privado. Ou seja, as pessoas devem ter civilidade, isto é, respeitar as demais pessoas que lá convivem.


Vejo que muitos alegam que gostam do que usam e que “gosto não se discute”. E ainda que sentem-se no direito de se trajar ou usar adereços como bem entenderem. Entretanto, a civilidade indica que não temos o direito de ofender ou mesmo tornar um ambiente público desconfortável pelo exercício de nosso direito individual. Isso faz parte da civilidade e não da lei.


A verdade, sentida por muitos, é que é preciso que tenhamos mais civilidade no mundo atual, sob pena de termos que assistir a criação de mecanismos de restrição parcial da liberdade por causa da falta de bom senso e civilidade das pessoas.


Pense nisso. Sucesso!


Luiz Marins

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014


Qual a real importância da Pesquisa de Mercado?

 
                                                                                        Marco Antonio Murara

 
“Se você conhece o inimigo e conhece a si mesmo, não precisa temer o resultado de cem batalhas. Se você se conhece, mas não conhece o inimigo, para cada vitória ganha sofrerá também uma derrota. Se você não conhece nem o inimigo nem a si mesmo, perderá todas as batalhas.” (Sun Tzu)


Quando você está doente e procura um médico, este vai fazer uma “pesquisa” para saber como você se sente, quais sintomas surgiram, há quanto tempo não está bem, possíveis intolerâncias e seu histórico clínico. Levando em consideração as informações “pesquisadas” o médico pode tomar decisões como: Qual remédio receitar, com que dosagem, duração do tratamento e possíveis necessidades de repouso. 


Você pode tomar decisões por conta própria, comprando o remédio que achar correto, mas pela falta de conhecimento e informações corre o risco de não resolver o problema ou na pior das hipóteses agravá-lo ainda mais.

Quando uma empresa deseja determinar para onde quer ir, primeiramente ela deve saber onde está, como está e quais as chances de chegar onde pretende. Portanto, é muito importante que conheça seus pontos fortes, pontos fracos, que conheça seus concorrentes e seus clientes. 


A Pesquisa mercadológica é a mais confiável ferramenta para obter informações precisas sobre um mercado, produto, serviço ou público-alvo. Com ela você também pode fazer testes que indicam a possibilidade de sucesso ou insucesso de uma estratégia. 


Costuma-se dizer que o menor dos prejuízos é o primeiro: A Pesquisa. Caso, por exemplo, você queira montar uma indústria cujo investimento total seria de R$ 200 mil e a pesquisa apontar que o negócio é inviável, você se livrou de um grande prejuízo graças a um investimento na pesquisa. Este investimento com certeza será uma parcela bem pequena em relação ao investimento total de implantação.

Tomar decisões sem ter informações em mãos, ou seja, sem pesquisar o mercado é como tomar remédios sem prescrição médica. Se você tiver sorte pode melhorar, caso contrário, as alternativas são: Pensamento positivo, Simpatias, Orações, etc.

 


Mestre em Administração (PUCPR)
Especialista em Comunicação Integrada de Marketing
Administrador (CRA/SC 12.852)

Professor das disciplinas de Negociação e Empreendedorismo do Centro Universitário Católica de Santa Catarina.

Analista Técnico Sebrae/SC

 
 
 

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Aproveite o início do ano para planejar

Mas, por favor, não complique. Não faça planejamentos sofisticados demais.             Planeje com os pés no chão; com base na realidade concreta da sua empresa; tendo em conta suas reais possibilidades de caixa e das pessoas com quem realmente poderá contar.   Planejamento não é exercício de sonho. Pense grande, mas não sonhe demais a ponto de nem você mesmo acreditar no que planejou.

Para planejar bem, faça uma análise do que deu certo na sua empresa nos anos passados. Das coisas que os clientes elogiavam e gostavam. Você verá que há muitas coisas excelentes que você deixou de fazer e nem sequer sabe os motivos. Reveja o seu baú de velhas ideias e veja quantas coisas podem ser revividas com sucesso.

Pense também no que você já tem dentro da sua empresa e que pode se transformar num produto ou serviço.     Há muitas oportunidades escondidas dentro de uma empresa e que podem ser fonte de resultados importantes. Lembro-me, por exemplo, de uma empresa que tinha um enorme auditório ocioso e que passou a alugá-lo para terceiros, criando uma fonte de recursos que não existia. Lembro-me de outra que desenvolveu um software para uso próprio e descobriu que poderia vendê-lo a outras empresas com pequenas modificações.
            
Pense no grupo de pessoas que você sempre considerou como aquelas que jamais comprarão de você. Aí podem estar seus futuros e mais lucrativos clientes.             Lembre-se que a classe C já está chegando a 60% da população e isso é muito recente. Há clientes hoje que não eram nossos clientes ontem e nem sempre estamos acostumados a pensar nessa nova classe como clientes.
            
Enfim, faça uma parada estratégica para planejar com simplicidade. Sem planejamento eficaz não há ação que leve empresas ao sucesso.

Pense nisso. Sucesso!

quarta-feira, 21 de novembro de 2012



 IMAGINAÇÃO, CRIATIVIDADE E INOVAÇÃO

Luiz Marins

Tive o prazer de assistir uma magnífica aula de Sir Ken Robinson, uma das maiores autoridades mundiais em criatividade e inovação. Veja o site dele que é: sirkenrobinson.com

Sir Robinson explicou, que a criatividade é filha da imaginação e que a inovação é a criatividade colocada em prática, ou seja, a inovação é filha da criatividade e, portanto, neta da imaginação. Assim, ele afirma que sem imaginação não pode haver, nem criatividade, nem inovação. O que ele quer nos dizer é que sem incentivar a imaginação não há como haver pessoas criativas e empresas inovadoras. Assim, o primeiro passo é incentivar a imaginação.

O problema, diz ele, é que toda a educação formal embota, desprestigia e mesmo impede a imaginação. As crianças são naturalmente muito imaginativas. O problema é que a imaginação é classificada como algo fora da realidade, irreal, e, portanto, pouco científica e não admitida na escola formal à medida que os alunos vão se tornando adolescentes e adultos. Daí o fato de termos poucas pessoas realmente criativas e empresas pouco inovadoras. Somos levados a ampliar ou melhorar o que já existe e não a criar produtos ou serviços totalmente novos. Temos medo de inovar e esse medo é dado pela censura à imaginação, tanto na escola como nas empresas.

O que tudo isso quer nos dizer é que não adianta querermos ter uma empresa inovadora, sem pessoas criativas e para termos pessoas criativas é preciso que estimulemos a imaginação. E a grande novidade é que ele afirma que todos nós, sem exceção, somos capazes de imaginar, portanto, somos todos potencialmente criativos e inovadores. A receita, é, pois, liberar a imaginação. E como fazer isso?

É preciso haver um ambiente de liberdade e confiança para que as pessoas se sintam livres para usar sua imaginação. Da mesma forma como uma semente fica escondida na terra durante todo o inverno, assim as ideias ficam aguardando o clima favorável para que brotem e floresçam. Esse, diz ele, é o grande papel dos líderes.

Pense nisso. Sucesso!



sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Competindo conosco mesmos



MOTIVAÇÃO E SUCESSO

Autor: Luiz Marins

Recebi de um assinante de nossas mensagens “Motivação&Sucesso” um e-mail muito interessante em que ele afirma: mais importante do que competir com os outros, coisa que tem deixado as pessoas num nível de estresse intolerável, é, na verdade, que cada um de nós compita conosco mesmos.

A ideia dele é a de que devemos sim competir, mas conosco e não com os outros. Devemos fazer um esforço grande para sermos melhores a cada dia. Devemos não nos conformar com nossos pequenos erros ou defeitos. Devemos buscar o autoaperfeiçoamento todos os dias da vida. Isso é competir conosco mesmos. É não nos conformarmos com nossa preguiça ou falta de coragem em enfrentar a realidade como ela se apresenta diante de nós. Enquanto perdemos tempo competindo com os outros, ganhamos muito em competir conosco mesmos, pois só assim realmente seremos vencedores, seremos melhores a cada dia.



Quanta verdade eu vi nessa mensagem! Se todos os dias da vida nos preocuparmos em ser melhores, em corrigir um pequeno defeito, em aumentar uma virtude, com certeza seremos vencedores. Em vez de olhar para fora, olharmos para dentro de nós mesmos para ver no que podemos melhorar.

Certa vez, escrevi um artigo dizendo que em vez de dizer “como fulano é irritante” deveríamos nos perguntar: “por que me irrito tanto com fulano?”, buscando a solução do problema em nós e não nos outros.

Mudar é um esforço contínuo, diário. Exige uma consciência crítica sobre nós mesmos. O nosso espelho deve ser algo que nos diga a verdade sobre nós e não nos engane todos os dias. Competindo conosco mesmos encontraremos o segredo para conviver com os outros sem competir.

Pense nisso. Sucesso! 

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

3M lança película para aplicação em fachadas externas


3M lança película para aplicação em fachadas externas

Com o objetivo de promover a redução de calor com aproveitamento de luminosidade em lugares de difícil acesso, a 3M do Brasil lança a película Window Film Série Prestige Exterior. O foco é a aplicação em fachadas ou claraboias externas em locais com restrições para a aplicação interna. O produto também incentiva o aproveitamento da luz natural em até 90%, proporcionando economia de energia elétrica, sem alterar a aparência da fachada.

“O lançamento das películas Prestige Exterior com propriedades de bloqueio de calor e controle de luminosidade para uso externo é única no mercado, pois oferece alto aproveitamento de luz natural e alta redução de calor, com uma baixíssima reflexão externa”, explica Keyse Ramalho, gerente de produtos da 3M do Brasil.

A solução pode ser aplicada em claraboias ou fachadas exteriores de shoppings, condomínios, hotéis, entre outros locais. O diferencial desta película é sua alta perfomance em relação à redução de calor, mesmo para vidros de baixa emissividade, mais conhecidos como “LowE”. “Como a utilização desse tipo de vidro tem aumentado exponencialmente em construções civis, cresceu também a demanda por filmes de melhor qualidade, tecnologia e controle de transparência”, explica Keyse.

Disponível em três versões de transparência, Exterior PR40, Exterior PR70 e Exterior PR90, o produto foi desenvolvido com nanotecnologia que consiste em mais de 200 camadas que promovem o controle de calor e redução de brilho, ao mesmo tempo em que mantêm o mesmo visual interior ou exterior das janelas.


A película bloqueia até 99,9% dos raios ultravioletas nocivos à saúde, minimizando também o desbotamento causado pelo sol em carpetes, pisos e móveis. Estes filmes não contêm metal na composição, eliminando o risco de corrosão e não interferindo em sinais de celular, GPS, rádio e wifi.

"O grande diferencial da Prestige Exterior demonstra a nossa experiência incomparável no desenvolvimento de filmes óticos, nanotecnologia e adesivos, além do compromisso da 3M em desenvolver inovação para se tornar líder em soluções para conservação de energia para as próximas décadas”, conclui Keyse.

Prevenindo o estresse térmico

A película é ideal para uso em lugares de difícil acesso interno, mas que precisam da proteção, ou em áreas em que aplicações convencionais de película pelo lado interno aumentariam o risco de estresse térmico do vidro, que é o excesso de temperatura proveniente da energia solar e que pode causar sua quebra. Isso significa que a nova película diminui o risco de estresse térmico devido à baixa absorção de calor no vidro com película aplicada.

“A 3M oferece um suporte técnico exclusivo que analisa o risco de estresse térmico de acordo com características específicas de uma obra, o que está atrelado à liberação do uso da película, bem como à garantia exclusiva proporcionada pela 3M”, explica Ricardo Boscolo, especialista técnico em Window Film da 3M do Brasil.

Sobre Window Film

A 3M é líder mundial em películas para controle solar há quatro décadas, desde a sua primeira patente para películas Window Film, em 1966. As películas Prestige Exterior apontam a mais recente contribuição tecnológica do setor para a indústria.

Aproveitando a capacidade mundial em desenvolvimento de nanotecnologia, adesivos, filmes óticos de multicamadas e manufatura de precisão, a 3M criou uma película inovadora que possibilita ter em mais de 200 camadas em uma película mais fina que um Post-it®.